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Sociedade B e Sociedade A

Olá pessoal!!

Se vocês estão pensando que eu enlouqueci de vez por causa desse título, calma, deixa eu explicar! A Sociedade A seria a definição da nossa sociedade como a conhecemos e tratamos: horário comercial das 08h às 18h, shoppings e centros comerciais ficando abertos até no máximo 22h, baladas depois desse horário e até às 06h… Enfim, a vida como admitimos que seja, afinal “Deus ajuda quem cedo madruga” então vamos todos acordar com os galos.

Mas, em 2006, na Dinamarca, levantou-se uma questão muito pertinente que se baseia em pesquisas científicas que demonstram que cada um tem seu próprio ritmo biológico geneticamente determinado. O chamado B-Samfundet, ou Sociedade B, tem seu manifesto fincado em ideias como “por que temos que trabalhar todos no mesmo horário, já que isso ocasiona engarrafamentos?” ou “por que tudo tem que funcionar nos mesmos  horários, já que esse hábito causa problemas imensuráveis na infra-estrutura da sociedade?”.

As pesquisas mostram que uma “pessoa B” possui um ritmo interno de 25 a 27 horas e uma “pessoa A” tem um ciclo de 23 horas. Na prática isso quer dizer que as “pessoas B” são bem mais produtivas no final do dia e têm dificuldades de acordar, se concentrar ou render de manhã cedo, que é o período que as “pessoas A” são mais ativas.

Alguns países como a Finlândia, Dinamarca, Noruega, Suécia, entre outros, são adeptos a este movimento que visa uma sociedade de horários mais flexíveis, oferecendo melhor qualidade de vida e maior equilíbrio entre trabalho e lazer. Ou seja, escolas noturnas, shoppings que abrem de madrugada e fecham antes do almoço, empresas que fornecem diferentes turnos de trabalho… Tudo é voltado para agregar as pessoas A e B! No Brasil o assunto começou a ser tratado em 2012.

Acredito que sou mais da Sociedade B porque desde sempre sou mais produtiva e criativa quando a lua começa a aparecer! Provavelmente faço parte dos 25% da população… Apesar de existirem os defensores e os contrários a este manifesto, eu ia adorar saber que existe movimento 24h para qualquer eventualidade que possa ocorrer! Claro que já existem padarias e supermercados que ficam abertos o dia todo em algumas cidades do Brasil, mas seria sensacional se houvesse shoppings, escolas, restaurantes e tudo o mais em todas as cidades! Tenho certeza que várias corujinhas como eu iriam amar!

E vocês, acham que pertencem à Sociedade B ou vocês são do tipo que prefere acordar bem cedo pra ter a sensação de render o dia? Comentem aqui comigo!
Até a próxima! *Hoot-hoot*

Categoria:Reflexão
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| por Luciene Sans (Corujinha Lulu) às 05:48 do dia 19 de agosto de 2014 |

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Digital vs Material - Reflexão

Olá pessoal!

Tive uma trágica inspiração para escrever a reflexão de hoje… Estava contente, entrando no meu Facebook pra avançar naquele joguinho que estava entre os meus favoritos. Quando a página carregou, um aviso mais ou menos assim apareceu: lamentamos informar que este jogo será descontinuado a partir de tal data e ao clicar em OK você atesta estar ciente de que não teremos mais compromisso em manter o game online. Na hora eu pensei “tá de brincation with me né?” e depois caiu a ficha. Todas as horas que passei jogando, quebrando a cabeça pra resolver os puzzles, tudo foi em vão… Não consegui nem conseguirei ver o final do jogo – que eu nem sei se eles chegaram a produzir. Havia toda uma história, não era apenas um daqueles viciantes joguinhos que você vai passando as fases com o objetivo de fazer combinações, por exemplo – eu também adoro!

Eu achei muita sacanagem e falta de respeito com quem estava jogando e resolvi abrir esta reflexão aqui no blog. Na verdade eu sempre pensava sobre isso desde que a era digital invadiu boa parte das coisas que fazemos hoje. Até me achava quadrada por muitas vezes preferir a versão material. Só que, pensem comigo, qual a segurança que vocês têm ao jogar um game completamente online e vulnerável, que pode ser eliminado a qualquer momento? Ou, qual a sensação de comprar livros digitais / ebooks, daquele tipo que você não chega a fazer o download (ele está apenas na nuvem), e quando você for ler ele simplesmente ter desaparecido?

Tá legal, vamos ser sinceros, tem muita coisa positiva em conteúdos apenas digitais. Eles não ocupam espaço, são mais fáceis de serem localizados (até mesmo de localizar uma frase específica no livro, por exemplo), permitem atualizações sem que você tenha que comprar a nova edição, estão ao alcance da mão não importando o local que está, são à prova de esquecimento – isso é uma mão na roda pra quem sempre esquece de pegar as coisas antes de sair de casa – e simplesmente são uma das evoluções tecnológicas mais úteis criadas até hoje.

Agora, vamos pensar no bom e velho artigo material. Você vai até uma loja ou compra online e chega aquele embrulhinho bem palpável, que você abre que nem criança. Depois de desembrulhar, você tem algumas reações muito pessoais: abre o livro e sente aquele cheirinho de página nova; abre o game e fica deslumbrado com aquele CDzinho brilhando; corre pra prateleira de coleções e deixa exposto pra ver mais tarde; ou corre devorar o game ou o livro no mesmo instante.

Todo esse processo de ansiedade, de espera, de certa angústia é até saudável! E o melhor, a segurança de ter aquele favorito ao alcance palpável, tendo a certeza de que nada vai acontecer com ele – a não ser que empreste pra pessoa errada, que seu irmão mais novo ou mais velho destrua acidentalmente ou que um acidente natural desmorone sua casa… – é a melhor sensação de todas!

Eu fico dividida às vezes sobre este assunto. Talvez por eu ser da geração que tudo era material: aquelas fitas de videogame, os jogos de tabuleiro, os brinquedos do tipo Genius que tinha que apertar o botão da cor com a própria mão e não com o mouse… Ou ainda por ser desconfiada, como boa capricorniana que sou. Enfim, eu simplesmente AMO de paixão tecnologia e não vejo minha vida sem ela. ♥ Não existe a menor possibilidade de eu ser aquela pessoa avessa às novidades que envolvem descobertas tecnológicas. Mas quando se trata de ter algo palpável ou algo apenas imaterial , eu simplesmente não consigo me decidir quanto às vantagens, mesmo sempre preferindo aquela versão limitada que vem cartela de adesivo, poster e conteúdo digital junto com o CD do que a que é vendida apenas virtualmente, mesmo quando dá pra fazer download dela e se sentir um pouco mais seguro quanto a não ser surpreendido com a descontinuação dela.

Até hoje adoro jogar Constructor! Sim, aquele game pra PC que você tinha que construir sua cidade e destruir qualquer empresário rival! Aquele jogo com os inquilinos mais engraçados e pirados de todos os tempos, mesmo universo em que seu capataz podia se apropriar de coisas alheias ao colocar tábuas nas cercas – pensando bem, esse game valeria um ótimo post! – Imaginem se ele fosse da era apenas digital… Ele é tão antigo que provavelmente não funcionaria mais, seria retirado das nossas vidas sem que a gente fosse consultado! Mesmo que pudesse fazer o download dele, se o jogo necessitasse da internet pra funcionar provavelmente já não teria mais como acessá-lo – medo que aconteça isso com o Sim City 2013… Bate na madeira!

Acho que o ideal pra mim seria a combinação dos dois! Que nem aqueles filmes que vêm com DVD, Blu-ray e versão digital – além de brindes promocionais, claro! – Já imaginaram um game com mídia física, virtual e ainda por cima que vem com conteúdo promocional limitado? Sonho de consumo, não? Ter o melhor dos dois mundos num só!

Mas me contem vocês!! Digam o que preferem ou se também não conseguem se decidir! As vantagens do universo online superam as possíveis perdas que possam ocorrer? Vocês são da geração que já havia digital e material ao mesmo tempo? São que nem eu, que prefere a combinação dos dois?! Comentem aqui pra mim!
Até a próxima! *Hoot-hoot*

Categoria:Reflexão
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| por Luciene Sans (Corujinha Lulu) às 13:42 do dia 18 de agosto de 2014 |

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Misty, nossa Samoieda, tomando seu primeiro banho! | ©CorujinhaLulu.com

Olá pessoal!

Como eu comentei antes no post Apresentando nossa Misty, eu e meu marido tínhamos feito um blog para passar informações e dicas sobre o desenvolvimento da Misty, nossa samoieda. Então resolvi colocar aqui no Corujinha Lulu o post que fiz do primeiro banho dela! Na época ela estava com mais de 2 meses e estava fazendo muuuuito calor!

Vamos às dicas! Como é quando vocês perguntam pro seus cachorrinhos se eles querem tomar banho? Ou a resposta é “eles correm rápido pra bem longe” ou vocês abrem aquele sorrisão e dizem “eles ficam bem felizes”! É por isso que o primeiro banho (e os seguintes também) é um momento bem importante. Os cachorrinhos passam por “fases de medo” durante seu crescimento e os traumas acometidos nesse período são ainda mais marcantes e difíceis de serem contornados. Então temos que deixar nosso cãozinho bem relaxado na hora de dar um belo banho nele!


A Preparação e a Ação 

Na foto acima está a nossa Misty no seu primeiro bainho! – momento “mamãe coruja” ♥ – Por incrível que possa parecer para algumas pessoas, ela não deu trabalho algum! Parte disso se deve ao histórico da raça, que é louca por água e neve! Além disso, fizemos com que ela se sentisse bem à vontade com a banheirinha dela. Aqui vão os passos que eu e meu marido demos:

Deixamos a banheirinha bem perto da caminha dela um dia antes do primeiro banho. Brincamos e fizemos a Misty entrar e sair da banheira com seus brinquedinhos. Achamos isso importante porque ela tinha ficado um tanto quanto desconfiada ao ver a banheirinha pela primeira vez. Se isso tivesse acontecido no momento do banho, provavelmente ela iria assimilar as sensações de medo e curiosidade extrema com a água e o ato de tomar banho. Por isso achamos importante deixar ela ter contato com a banheira antes.

No dia do banho, enchemos a banheira com água morna e trouxemos a Misty para o mesmo local (escolhemos o banheiro de casa). Ela chegou perto com receio no início, então colocamos uma bolinha dela que boia na água e fizemos ela se aproximar cada vez mais… Até que ela ficou bem à vontade com a nova situação!

Colocamos ela dentro da banheira. Num primeiro momento, ela ficou agitada e com medo! Corria abraçar nosso braço! Aos pouquinhos ela foi percebendo que não tinha porquê ter medo! Notamos que quando falávamos com ela em tom alegre, como se tudo fosse uma grande brincadeira, ela ficava mais calma e confiante. Assim procedemos com o banho que foi uma alegria só!

Dica importante:
Usamos shampoo para filhotes, que não tem corante nem perfume. Isso é importante porque nessa fase o cãozinho tem a pele muito sensível e pode ter alergia!
 

Nesse primeiro banho usamos o Shampoo Pet Society / Pet Society Beeps para filhotes / pele sensível. Diluímos a quantidade de shampoo em água, assim como prescrito na própria embalagem. Acidentalmente adicionamos um pouco mais de água, mas isso não foi prejudicial de forma alguma.

A Misty ficou super bem depois do banho, não se coçou e o pelo ficou bem bonito! Mas não pode esquecer de tirar bem o shampoo com água morna e secar direitinho! Usamos secador de cabelo, tomando cuidado para não ter um jato muito quente e também não deixar muito próximo da pele para não queimar. No caso do Samoieda, que possui pelo e sub-pelo, é extremamente importante a secagem! Além disso, lembre-se que os banhos excessivos não são aconselháveis por conta da proteção natural do pelo. A melhor saída é escovação regular!

Gostaram de ver a Misty no primeiro banho? E como é quando vocês dão banho no pet / animal de estimação de vocês? Compartilha aqui comigo!
Até a próxima! *Hoot-hoot*

Categoria:Pets
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| por Luciene Sans (Corujinha Lulu) às 02:54 do dia 16 de agosto de 2014 |

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