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Novidades por aí: Sir Coruja! - Corujinha Lulu

Olá pessoal!

Apesar do sumiço nos últimos dias, estou aqui pra dizer que planejamos ainda mais o blog Corujinha Lulu e que ele vai ficar ainda mais interessante! Terei a participação do meu lindo marido, o Sir Coruja! Ele vai trazer mais material aqui pro site! E logo vamos liberar uns vídeos muito legais que ele fez pra vocês! Por isso, se ainda não se inscreveram, voem pro nosso canal do youtube Corujinha Lulu no Ar pra saber em primeira mão as novidades por lá!

Aos pouquinhos vamos contando pra vocês quais serão os novos temas que vão aparecer no blog! Estou muito motivada pra continuar o trabalho por aqui!

Vocês têm algum palpite sobre o tema do vídeo que vamos liberar em breve?
Até a próxima! *Hoot-Hoot*

Categoria:Variedades
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| por Luciene Sans (Corujinha Lulu) às 07:30 do dia 22 de outubro de 2014 |

Luciene Sans -    
Jornalista que ama compartilhar tudo o que faz sentido em sua vida: gostos, experiências e criações. Fundadora do blog Corujinha Lulu.

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Como cão e gato: Primeiros Contatos - Pets | ©CorujinhaLulu.com
Olá pessoal!

Promessa é dívida! Aqui está o primeiro vídeo da nossa cachorrinha Misty com o nosso novo gatinho Rafi! Como contei antes no post novo membro da família, há mais ou menos um mês eu e meu marido adotamos um gatinho muito fofo que estava abandonado na rua! Era um dia muito chuvoso e a gente ouviu um miado bem sofrido vindo da rua e decidimos ver o que era. Meu marido saiu de casa e voltou com um gatinho muito lindinho, douradinho, ronronando enlouquecidamente, enrolado nos braços dele! Foi paixão à primeira vista! Não resistimos!

O nome que escolhemos foi Rafi! Nunca tínhamos ouvido o nome antes, mas estávamos fazendo um brainstorm de nomes e esse acabou surgindo. Então, começou uma preocupação: como será que a Misty e o nosso novo gatinho iriam conviver? Ficamos meio receosos no início e por isso deixamos o gatinho separado num cômodo onde ele não tinha contato com a Misty diretamente.

Depois que levamos no veterinário e tratamos as pulgas que ele tinha, resolvemos ir aproximando os dois aos poucos. Sempre ficávamos com a Misty e o Rafi bem seguros em nossos colos ou sob controle de nossas mãos. Eles se cheiravam um pouco, se olhavam, o Rafi fazia uma carinha de reprovação, a Misty dava aquela olhada enciumada… Mas aí, cada dia que ia passando a gente ia aproximando ainda mais os dois, até que o Rafi quis agarrar, literalmente, a patinha da Misty e encher ela de beijinho! – ou talvez ele só quisesse dar um banho nela!




Os dois juntos são muito fofos e nós conseguimos registrar alguns momentos! Dá pra ter uma ideia de como foi o primeiro contato dos dois. Nós ainda estamos aproximando bem devagar, mas já deixamos os dois sozinhos, sem segurarmos, e eles se divertem brincando um com o outro.

Vou relatando mais sobre essa união que pode parecer improvável: uma Samoieda e um gatinho, gato ou gatão – porque parece que ele vai ficar bem grande! – que estão vivendo como irmãozinhos agora!

Gostaram do vídeo? São ou não são umas fofuras? Já tentaram aproximar seu cachorro de um gato? Ou seu bichano de um cachorrinho? Contem pra mim!
Até a próxima! *Hoot-hoot*

Categoria:Pets
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| por Luciene Sans (Corujinha Lulu) às 22:55 do dia 30 de setembro de 2014 |

Luciene Sans -    
Jornalista que ama compartilhar tudo o que faz sentido em sua vida: gostos, experiências e criações. Fundadora do blog Corujinha Lulu.

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Gatinho Rafi | ©CorujinhaLulu.com

Olá pessoal!

Tenho o prazer de apresentar o Rafi, nosso novo membro da família! Ele é um gatinho, ainda filhote, que estava sozinho, tristonho e com fome num dia bem chuvoso no quintal da nossa casa. Eu e meu marido nos apaixonamos por ele e resolvemos adotá-lo! Não sabemos se já era “de rua” ou se foi abandonado por alguém sem coração.

Ele não tem raça definida (SRD / “vira-lata”), é super meiguinho e adora fazer um charminho! Gravei um vídeo curtinho pra mostrar pra vocês o primeiro dia dele aqui em casa! Depois vou liberar no nosso canal do youtube Corujinha Lulu no Ar.

Ah! Nossa Misty ficou meio enciumadinha no início e vou relatar aqui no blog como estamos fazendo pra aproximar os dois! Fiquem ligados nos próximos posts porque vou dar algumas dicas do que andou e anda funcionando pra fazer com que cão e gato tenham um ótimo relacionamento!

Não acharam ele bem fofinho? Será que vai ser estilo Garfield? O que vocês acham?
Até a próxima! *Hoot-hoot*

Categoria:Pets
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| por Luciene Sans (Corujinha Lulu) às 08:55 do dia 15 de setembro de 2014 |

Luciene Sans -    
Jornalista que ama compartilhar tudo o que faz sentido em sua vida: gostos, experiências e criações. Fundadora do blog Corujinha Lulu.

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Filme Lucy | Lucy movie

Olá pessoal!

Hoje estou aqui para compartilhar com vocês a minha opinião sobre o filme Lucy. Quem ainda não viu, não se preocupe! Pode ler ser medo que eu não vou estragar a surpresa!


Ficha Técnica:


Sinopse: Quando a jovem Lucy (Scarlett Johansson) é forçada a transportar drogas dentro do seu estômago, ela não fazia ideia dos riscos que corria. O inesperado acontece: ela acaba absorvendo as drogas e adquire poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente. Desesperada, procura ajuda do professor Norman (Morgan Freeman), especialista em pesquisas sobre o cérebro.
Dirigido por: Luc Besson
Gênero: Ficção Científica, Ação (89 min – 2D)

Classificação Indicativa: 16 anos
Lançamento: 28 de agosto de 2014  | 25 de julho de 2014 
Canal+ / Ciné+ / EuropaCorp | distribuição: Universal Pictures

Resenha | Opinião

Gente, eu achei esse filme com uma pegada bem alternativa e com um estilo bem sangrento. Com certeza quem adora a união dessas duas coisas vai se deliciar com esse enredo! Eu, particularmente, confesso que fechei os olhos em muitas cenas – muuuuitas mesmo – e me senti um pouco desconfortável em alguns momentos. Mas não posso negar que o filme tem muito estilo! Principalmente se for levar em consideração algumas passagens que aparecem logo no início do filme que mostram cenas de animais pra exemplificar o que está acontecendo com a personagem principal, a Lucy.

Eu gosto de ir ao cinema aberta pra novas visões diferentes, pra me deixar levar na história sem “pré conceitos” ou pré julgamentos, então sempre procuro enxergar além do óbvio. Nem sempre isso é fácil de fazer, é verdade! Acho até que uma das coisas que não me ajudaram muito dessa vez foi ter criado uma expectativa diferente do que o filme apresentou… A sinopse do cinema que eu fui dizia que a garota iria adquirir poderes de super herói após ingerir uma droga nova. Eu pensei que realmente fosse algo mais no estilo Marvel, sei lá! E acredito que mais gente cometeu esse equívoco porque tinha muita criança na sessão que eu fui, o que me chocou muito! Acreditem, não tem NADA pra criança nesse filme… Fiquei tão pasma que acabei me inspirando pra escrever uma reflexão sobre Classificação Indicativa e Censura. Acho que não deviam ter associado o que acontece no filme com super heróis… Aguçou a vontade de muitas crianças assistirem, sendo que o foco não é esse em momento algum da história.

Mas, voltando ao filme, eu acabei me interessando pela trama, mesmo tendo me equivocado um pouco com as expectativas por conta da sinopse daquele cinema que achei meio “errada” pra ocasião. Esse interesse surgiu porque o assunto central é uma coisa que virava e mexia eu lia algo sobre: nosso cérebro e nossa capacidade de utilizá-lo! Achei fascinante um filme ousar invadir um assunto tão misterioso pra nós, mesmo nos dias de hoje! Gostei muito disso! Na verdade adoraria ver o mesmo assunto sendo tratado por uma versão mais light do filme, sem as cenas muito nojentas pra que eu não precisasse fechar os olhos tantas vezes! hehehe!

Diria que é uma boa pedida pra quem curte temáticas mais alternativas e tem um estômago bem forte – ou você pode fechar os olhos que nem eu! – Mas não achei nada “heroico” na personagem, como a sinopse sugeria… Em um dos momentos ela diz que estava se sentindo com menos sentimentos humana e isso, ao meu ver, vai contra alguns princípios de ser um super herói, já que eles normalmente se preocupam com o bem estar de todos os mortais.

Uma coisa é certa: Lucy faz você pensar e repensar muitas coisas sobre a existência e o desenvolvimento da humanidade, dos animais e da natureza! Incluindo os avanços tecnológicos! É muito interessante ter a visão dela e poder acompanhar todas as manifestações naturais, ter conhecimento de tudo muito rápido e ver ondas de rádio que estão espalhadas por aí!

Por fim, fiquei um pouco decepcionada com o final… Na verdade existe uma frase de efeito que é dita e eu – não sei se foi por conta do choque que tive com as cenas fortes ou com as crianças chorando durante a sessão – simplesmente não consegui captar a mensagem. Me senti meio idiota, do tipo “só eu não entendi ou está todo mundo boiando?”. Fiquei um pouco incomodada com essa sensação de vazio que senti no final. Pelo o que pude notar, ninguém captou a ideia! Olha que eu adoro viajar em filmes e conversar com meu marido sobre os possíveis desfechos e tudo o mais, mas dessa vez não conseguimos entender a essência daquela frase. Talvez eu devesse assistir de novo pra prestar mais atenção em alguns detalhes que podem ser cruciais para a compreensão dessa frase! Mas, não sei se eu tenho muita vontade de fazer isso… Talvez não tão cedo! Quem sabe mais tarde… As cenas ainda dão um pouco de embrulho no meu estômago! Então não me animo muito em assistir de novo tão breve.

Vocês já assistiram? Gostaram? Acharam muito sangrento também? Mudaria alguma coisa? Alguém faz alguma ideia do que a frase do final significa? Ou vocês também não conseguiram entender a que se refere aquela afirmação? Contem pra mim!
Até a próxima! *Hoot-hoot*

Categoria:Resenhas
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Classificação Alternativa | A censura por outro lado

Olá pessoal!

Semana passada assisti o filme Lucy e, antes mesmo de fazer a Resenha sobre ele, fiquei com muita vontade de falar sobre Classificação Indicativa, conhecida também como Censura.

Na verdade, há um tempo, quando assisti o filme Pompéia (Pompeii) essa reflexão já havia batido em minha porta. Vejo muitos pais e/ou adultos responsáveis por crianças levando os pequenos para verem filmes considerados sangrentos e inapropriados para a idade. Muitas vezes a desculpa é “eu estou junto, então não tem problema o meu filho ver o filme” ou “as crianças não se assustam mais como antigamente”. O fato é que as pessoas têm uma aversão à censura e muitas vezes não acatam as indicações pelo simples prazer de “quebrar as regras“.

Acho importante ressaltar que isso não se aplica apenas a filmes, mas também a jogos, programas de TV e tudo o mais que possui uma classificação indicativa que determina que o conteúdo não é apropriado para tal idade. Muitos acreditam que a classificação, por ser apenas uma indicação e não uma proibição, deve ser ignorada.

Se olharmos o tema Censura por outro lado, podemos verificar a importância que é acatar certas regras que são benéficas para nós e para as crianças das quais somos responsáveis. Sei que é um assunto sério demais e que talvez não agrade muito as pessoas, mas ouvi várias crianças chorando, soluçando e em completo estado de choque ao verem esses dois filmes – e tantos outros – no cinema, local onde a emoção que sentimos ao acompanhar qualquer trama é completamente ampliada.

Lembro que quando eu tinha 11 anos queria assistir Titanic no cinema, mas a classificação indicativa era acima de 12 anos. Após a morte de uma mulher por ataque cardíaco durante uma das sessões, essa classificação, pelo menos em alguns cinemas, subiu para 14. O fato é que não iriam permitir minha entrada. Fiquei tão triste! Queria muito ver, até mesmo porque alguns colegas de escola tinham assistido, então por que meus pais não me levavam? Hoje eu entendo perfeitamente o motivo e ainda seria capaz de agradecê-los por isso! Quem garantiria que o filme não fosse provocar uma reação tão intensa em mim capaz de fazer com que eu desenvolvesse uma fobia por água, navio, cruzeiro e afins? Não podemos dizer que o filme é bom ou não para as crianças se ainda nem assistimos o dito cujo! Eis aí a importância da censura / classificação indicativa!

Censura, no sentido de advertência, foi substituída pela expressão Classificação Indicativa a fim de desvincular qualquer lado negativo que a palavra anterior pudesse causar. Mas, não é porque é apenas uma indicação, que a classificação não deve ser levada a sério e ser utilizada com prudência. 

Antigamente as pessoas pediam o RG da criança antes de deixá-la entrar no cinema para verificar se tinha idade suficiente, estando ela acompanhada ou não por um adulto. Mas, com o tempo, esse hábito foi sendo mal visto pela população – ou talvez a condição moral tenha sucumbido ao interesse financeiro de vender mais entradas – e nunca mais vi ninguém perguntar a idade da criança antes de vender um ingresso. O pensamento geral é mais ou menos esse “o filho não é meu, não tenho nada a ver com a vida dessa pessoa, cada um faz o que bem quiser porque somos todos livres e democráticos”.

Aí entra uma questão importante: a confusão entre democracia e regras. Nem todas as regras são vilãs, no sentido de tolir sua democracia. Elas podem, sim, existir para ajudar a sociedade e fazer com que todos possam viver em harmonia. Afinal, não era esse o princípio das regras? “Sua liberdade termina quando a do outro começa”, sempre ouvi essa frase! Tem gente que odeia a censura mas não sabe viver socialmente sem ela porque, se não for expressamente proibido, acaba não seguindo a indicação e daí a tal democracia vira uma balburdia só.

O fato é que as pessoas querem fazer o que bem entenderem sem que ninguém as julguem. Mas, engraçado é que essas mesmas pessoas vão adorar criticar a violência dos jogos de vídeo-game, dos filmes e da TV e culpá-los por tudo de errado na infância das novas gerações. Acho um pouco de hipocrisia isso. O filme Pompéia, por exemplo, é muito bom! Adorei! Simplesmente emocionante! Mas, convenhamos, não é um filme para criança. Isso não tira toda a beleza dele! Apenas não é voltado para um público específico. Ouvi gritos e choros esganiçados de crianças ao verem cenas que simplesmente sugeriam – não mostravam com todas as letras como em Lucy – a morte de alguém. Imagina o trauma e todas as futuras complicações que podem haver por causa disso!

Não concordo também com alguns canais de TV que passam conteúdo inapropriado para menores de 12 anos antes das 18h, por exemplo, ainda mais porque muitos pais trabalham neste horário e não podem supervisionar de perto o que seus filhos estão assistindo. Mas acho igualmente ruim um pai ou uma mãe não ter o mínimo interesse em verificar a classificação indicativa de um filme antes de entrar com seus pimpolhos na fila do cinema.

Lembrei de uma série de comerciais do Ministério da Justiça que vi há alguns anos. Tinham como título a frase “Não se engane“. Eles resumem grande parte do que estou querendo dizer nesta reflexão: você é livre para tomar decisões, mas refém das consequências, por isso tenha responsabilidade e prudência.

Agora quero saber a opinião de vocês! O que acham de crianças estarem na sessão de um filme completamente contra indicado para a idade delas? Alguém já sofreu algum trauma por ver algo que chocou demais? Contem pra mim!
Até a próxima! *Hoot-hoot*

Categoria:Reflexão
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